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A Crise

 

Porque o mundo não deve estar no meu perfeito juízo, ou porque deve estar a ficar parvo, qual a diferença entre estes dois? Não sei! … Em crise? Mas Qual crise?

Portugal não está em crise, porque de lá nunca saiu. Sempre esteve em crise, e agora mais do que nunca o mundo acrescenta-se a esta crise “escondida”.

Cansada de mentiras, falsidades. Fazem passar o mais inculto por idiota com palavras sem nexo, sem sentido, sem pudor de as proclamar e que façam do povo umas perfeitas marionetes.

Marionetes infelizes que cruzam os braços de descontentamento como é de costume ao bom português, como é normal à boa política do nosso país, o cruzar dos braços e mais nada.

Não há ação onde devia haver, deveria existir movimento onde é necessário, é essencial a voz, um som, um ruído de justiça, de um dever que deveria ser cumprido…

Como se poder defender de uma injustiça, de uma falsidade de algo que não é digno?

Como se pode defender e proclamar pelos seus direitos, de quando são encobertos e protegidos os que são incumpridores das leis, dos deveres, privando os demais dos seus deveres e inclusive das suas obrigações?

Continua-se a esquartejar os que honestamente fazem e cumprem com as suas funções e obrigações, que devidamente e até mais do que isso fazem pelo bem de uma organização, e até inclusive alimentam os “outros” de quando não têm de comer para si mesmos.

Todos erramos é certo, mas nem todos assumem esse erro e colocam-se à frente para o assumir e carregarem-no nas costas. Não! Isso já a maioria não o faz, fica para a fatia do bolo mais pequena a descortinar essas lacunas e faze-las carregar aos ombros por toda a sua vida.

Como se pode defender de uma organização de quando ela não administra bem as suas obrigações? Como se pode proteger de quando uma organização abusa da sua condição de chefia suprema?

Onde está o livro de reclamações?

Obrigações, declarar, pagar, pagar, pagar… onde estão os direitos?

Isto é como se tratasse de uma cena de teatro onde no palco está o anfitrião que engole os louros do público que assiste à sua atuação, levantamos os braços e aplaudimos, depois vamos para casa comer migalhas do pão, que são de pó e carvão.

Mas isto não é nenhuma ficção, no entanto há um ilusionista a corroer os canais de informação, a entupir as vias de passagem, a enviar mensagens com novos códigos, novas taxas, novas formas de abrir o fecho, apertar o cinto e andar descalço sem gastar a sola de um único sapato.

 

Esta imagem foi editada no corel e aprimorada no pixlr

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